sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Permacultura


O que é Permacultura?
Em poucas palavras, dizemos que Permacultura é: um sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis. Seus princípios teóricos e práticos são uma síntese das práticas agrícolas e conhecimentos tradicionais e das descobertas da ciência moderna visando o desenvolvimento integrado da propriedade.

A Permacultura oferece as ferramentas para o planejamento, a implantação e a manutenção de ecossistemas cultivados no campo e nas cidades, de modo a que eles tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais. Alimento saudável, habitação e energia devem ser providos de forma sustentável para criar culturas permanentes.

Por que Permacultura?
Porque tendo como base o planejamento consciente, a Permacultura torna possível, entre outras coisas, a utilização da terra sem desperdício ou poluição, a restauração de paisagens degradadas e o consumo mínimo de energia. Quando a ação do permacultor se volta para áreas agrícolas, o resultado é a reversão de situações dramáticas de degradação sócio-ambiental.

Todo sistema permacultural deve evoluir, com designs arrojados, para a construção de sociedades economicamente viáveis, socialmente justas, culturalmente sensíveis, dotadas de agroecossistemas que sejam produtivos e conservadores de recursos naturais.
A Permacultura exige uma mudança de atitude que consiste basicamente em fazer os seres humanos viver de forma integrada ao meio ambiente, alimentando os ciclos vitais da natureza. Como ciência ambiental, reconhece os próprios limites e por isso nasceu amparada por uma ética fundadora de ações comuns para o bem do sistema Terra.


Os australianos Bill Mollison e David Holmgren, fundadores da Permacultura nos anos 70, buscaram princípios éticos universais surgidos no seio de sociedades indígenas e de tradições espirituais, que estão orientados na lógica básica do universo de cooperação e solidariedade.

Fonte: www.permear.org.br

SÍTIO PEDRA AGUDA > Montanhismo + Permacultura + Macrobiótica

sábado, 1 de novembro de 2008

Machu Picchu "Hogar de los Dioses"



Após nossa experiência ímpar na Cordillera Blanca, no dia 05 de agosto desembarcamos no aeroporto de Cusco rumo ao maior templo de arquitetura paisagística do mundo: Machu Picchu.
No aeroporto fomos recepcionados pela simpática Roxana. Esta nos acompanhou até o Hotel do famoso escritor peruano Garcilaso e nos passou todo nosso itinerário para os quatro dias que passamos pelo arredores de Cusco.
Foto 01: Catedrais de Cusco
Chegamos ao hotel, deixamos nossas coisas e já partimos para um tour na cidade de Cusco, onde uma Van já nos aguardava com alguns outros turistas. Visitamos algumas igrejas e dentre elas o Convento de Santo Domingo Del Cusco, um lugar muito bonito de construções Incas, mas que hoje está tomado de novas construções e artes espanholas.

Foto 02: Convento de Santo Domingo Del Cusco
Visitamos também a Basílica de Cusco, toda construida com obras espanholas e de uma grandiosidade impressionante, devido aos varios altares feitos dentro dela dedicado a cada santo e todo esculpido a ouro ou prata.
Após estas visitas fomos a Saqsaywaman, neste lugar existem ruínas de uma muralha feita pelos Incas onde de cima se avista toda cidade de Cusco.
Após este agradável passeio, fomos para o Hotel.
Foto 03: Catedrais de Cusco

Foto 04: Muralhas de Saqsaywaman
Foto 05: Luane em Saqsaywaman
No dia seguinte, 06/08, acordamos cedo, tomamos nosso café e saímos novamente para um novo tour. Percebemos que as pessoas que estavam dento da Van eram as mesmas que haviam saído no dia anterior com a gente, com isso todos já haviam se entrosado e tínhamos um grupo de amigos.

Foto 06: Orlando em Saqsaywaman
Seguimos para o Vale Sagrado onde se pode observar muitos vestígios arqueológicos pelo caminho e muitas montanhas da cadeia de Vilcanota. Por todo o vale, também se observa a diversificação de plantações agrícolas que os peruanos produzem para o seu sustento.
Foto 07: Vista do Vale Sagrado
Paramos em um lugar chamado Pisac, onde logo nos impressionamos com as construções Incas que existiam por ali. Um lugar realmente fantástico.
Foto 08: Pisac
Foto 09: Terraços para plantação feito pelos Incas - Pisac

Foto 10: Som de Quena

Foto 11: Tumbas dos Incas

Dali seguimos para o povoado de Ollantaytamboem aproximadamente uma hora e meia de viagem. Quando chegamos lá ficamos impressionados, o pequeno povoado se encontrava em um vale rodeado de montanhas rochosas, com alguns picos nevados ao fundo e com uma construção arqueológica feita pelos Incas impressionante.

Foto 12: Olantaytambo

Foto 13: Ruinas de Olantaytambo

Em Ollantaytambo despedimos de nossos companheiros da Van, pois iríamos passar uma noite por ali para pegarmos nosso trem para o povoado de Águas Calientes, conhecido também como Povoado de Machu Picchu. Ollantaytambo é o último lugar que se tem acesso em algum automóvel, partindo dali só vai de trem.

Foto 15: No trem rumo a Águas Calientes (Povoado de Machu Picchu)

Acordamos por volta das 4h, 07/08, seguimos para a estação e pegamos nosso trem rumo ao lugar mais esperado de todos estes dias que era Matchu Picchu. O caminho por onde o trem percorre é muito lindo, cercado por grandes montanhas onde algumas eram nevadas, margeando também o Rio Urubamba. Este deságua no Rio Amazonas.

Foto 16: Povoado de Machu Picchu
Chegando ao Povoado de Machu Picchu fomos para o hotel. Durante a tarde fomos conhecer o povoado, onde percebemos a grande concentração de turistas por lá onde ficamos bastante encantados, pois é um lugar bastante místico e os nativos sobrevivem somente do turismo.
Acordamos no dia seguinte as 3h, tomamos nosso café e corremos para uma praça onde se pega o ônibus para Machu Picchu.
Foto 17: Fila para pegar o ônibus

Chagamos na praça e nos assustamos com o tamanho da fila para pegar os ônibus. De lá, para chegar a Matchu Picchu, ou você vai nestes ônibus que levam cerca de 20 min para chegar ou vai caminhando por uma trilha de aproximadamente 2 horas e meia.
Após algum tempo na fila, pegamos o ônibus e chegamos na cidade de Machu Picchu, que também enfrentamos fila para entrar.

Foto 18: Subindo o Wayna Picchu
Lá, assim que passamos pela portaria saímos correndo para a entrada da montanha WaynaPicchu. Nesta montanha você tem uma vista privilegiada de Machu Picchu, mas é necessário correr para conseguir subi-la, pois o limite de visitentes nesta montanha são de 400 pessoas dividido em 2 grupos de 200 em horários diferentes, ou seja, sobe o primeiro grupo e conforme vão descendo o segundo grupo sobe.
Foto 20: Ruinas em Wayna Picchu

Conseguimos subir no primeiro grupo e foi simplesmente demais! Para subir o Wayna Picchu levam mais ou menos 1h ou 1 hora e meia. A trilha até o cume é toda feita pelos Incas e um pouquinho íngreme, com algumas passagens em degraus de rocha, realmente muito interessante! Quando se chega lá em cima, há grandes construções no topo e por sua encosta, mas nada tão impressionante quanto visualizar todo Machu Picchu de cima.

Foto 21: Vista de cima de Machu Picchu


Foto 22: Ruinas de Machu Picchu vista de Wayna Picchu

Foto 23: Ruinas de Machu Picchu
Após algum tempo lá em cima resolvemos descer e explorar a cidade considerada uma das 7 maravilhas do mundo! E realmente é uma maravilha! Macchu Picchu é impressionante, a construção é de uma engenhosidade ímpar, FANTÁSTICO!!!

Foto 24: Ruinas de Wayna Picchu vista de Machu Picchu

Foto 25: Wayna Picchu e Lhama

Foto 26: Luane e Orlando no Templo Principa

Foto 27: Estes companheiros estavam por todos os cantos!

Foto 28: Clássica de Machu Picchu!

Foto 29: Luane e Orlando em Machu Picchu

Após muitas fotos, resolvemos descer pela trilha que leva até o povoado onde levamos 2h para chagar até o “centrinho”.

Foto 30: Descendo a Trilha Inca para Águas Calientes

Foto 31: Povoado de Águas Calientes - Machu Picchu

Foto 32: Voltando no trem

Quando chegamos, almoçamos e esperamos o horário de nosso trem para voltamos para a cidade de Cusco, finalizando esta maravilhosa viagem pelas terras peruanas!

Por Luane Maia Mohallem, 27/09/2008